engenharia de interiores

 

O que é Engenharia de Interiores?

O termo Engenharia de Interiores serve para definir a profissionalização das reformas de pequeno e médio porte e foi cunhado por nosso fundador Leonardo Tulli em 2017. A ideia toda começou a tomar forma após identificar o gigantesco problema cultural enraizado na população que realiza reformas residenciais sem profissionais da área. O termo veio ser utilizado como slogan e sobrenome empresarial.

Surgimento do termo

Com base no estudo desse problema cultural, foi observado que popularmente obras de reforma de pequeno porte são sempre seguidas por problemas, imprevistos, prejuízos e dores de cabeça. Após uma profunda análise, percebeu que a causa desses problemas, em sua maior parte, é dada pela falta de projetos, planejamento e o costume de contratar apenas trabalhadores informais para execução de obras pelo fato de, historicamente, se pensar que contratar engenheiros, arquitetos ou designers de interiores era visto como um custo supérfluo, supondo que apenas ricos possuem acesso a esse tipo de profissional.

Assim, com base na problemática detectada, nasceu o termo “Engenharia de interiores”, que veio para identificar essa profissionalização necessária do mercado das pequenas e médias obras onde se utiliza da tecnologia e expertise dos profissionais para trazer para o cliente uma experiência positiva com a reforma, evitando imprevistos, retrabalhos, prejuízos e utilizando o projeto de interiores como ferramenta de planejamento objetivado para a execução da obra.
Aplicar a Engenharia de Interiores, além de gerar mais economia ao final de todo o projeto deixa os clientes satisfeitos com o seu imóvel reformado, além de poupar eles de várias dores de cabeça.

Como vemos isso na prática?

É normal no nosso dia a dia ficarmos sabendo de uma construção que começou, mas o dono não teve dinheiro para terminar, ou que o cliente investiu todos os recursos no início, com os materiais básicos, e quando chega na hora de comprar aquele revestimento dos sonhos, o dinheiro está acabando e é preciso optar por um mais barato. Além de o cliente ficar insatisfeito, o arquiteto ou designer que fez o projeto de interiores, vê toda sua criação indo por água abaixo.

Por isso, quando falamos em pequenas construções ou reformas, é normal ter uma leve dor de cabeça imaginando os problemas que podem acontecer. Infelizmente no Brasil, obra pequena é sinônimo de obra problema, principalmente quando falamos do quesito financeiro.

Questão financeira:

Então, sabe quando você chama o empreiteiro no imóvel, explica o que quer fazer, mostrar o projeto (quando tem) e ele te envia um PDF com o valor da obra? Sinto te dizer, mas isso não é um orçamento. E o pior de tudo é que muitas pessoas baseiam toda sua obra, seu sonho, nesse “orçamento” impreciso e que, na grande maioria das vezes, é a raiz dos problemas e da má fama do mercado das pequenas e médias obras.

Esse tipo de prática, se trata apenas de uma mera estimativa, baseada no metro quadrado ou no tempo de trabalho que o empreiteiro acha que a mão de obra vai levar e talvez o material básico que vai precisar (argamassa, tijolo e etc). Mas ele não se arrisca na marmoraria e na marcenaria, porque são itens que ele não consegue estimar.

Orçamento real e sério precisa ser detalhado, estudado, pensado e leva tempo. Algo que é impossível de se fazer sem atenção dedicada e a expertise no ramo.

Mas então você questiona: “por que vou pagar por um orçamento se todo mundo faz de graça?” – Aí que está o grande erro. Quando você solicita um orçamento para vários empreiteiros diferentes, irá perceber que, na maioria dos casos, esses orçamentos são bem diferentes uns dos outros. E por que isso acontece?

Quando um empreiteiro faz “orçamento” de obra, ele precisa levantar os custos e então estimar quanto cada profissional irá cobrar por cada serviço, isto é, o eletricista, o pintor, o pedreiro, etc. A partir disso, ele joga a porcentagem de lucro dele em cima desse valor, e passa o custo do “orçamento” para o proprietário do imóvel. Tudo o mais rápido possível para não perder muito tempo, afinal ele não sabe se vai ou não fechar aquele serviço.

Na prática, o valor do custo da obra com o empreiteiro A ou o empreiteiro B é o mesmo, porque o mercado é um só. Um azulejista bom cobra de 35 a 45 reais o m2.  Porém ele precisa ESTIMAR um valor, e é então que entra o coeficiente de segurança, ou a famosa “gordurinha” para se queimar. Que é aquela margem de segurança para prevenir caso ele tenha errado em algum ponto, não sofra prejuízo.

É aí que acontecem vários dos problemas recorrentes em pequenas obras, como: aditivos de preços, novas demandas de serviços que “não estavam combinados”, enrolação para finalizar o serviço (também conhecido como “problema no carro”), fazer uso de materiais ruins ou instalados de forma incorreta para economizar tempo e dinheiro – principalmente os itens ocultos, que o cliente final não entende – e entre muitos outros.

Estudo de Viabilidade Financeira:

Para resolver esses problemas e tornar a experiência com a obra mais tranquila, existe o que chamamos de Estudo de Viabilidade Financeira, ou EVF. Nada mais é que um estudo orçamentário do projeto de arquitetura ou interiores, onde detalhamos todos os quantitativos do projeto, todos os valores unitários, contabilizando mão de obra, materiais de acabamentos e materiais de insumos. Assim, o cliente fica a par de cada centavo que será investido para concluir a reforma, sem sustos, de maneira organizada e clara.

Fazemos isso para toda a execução do projeto, iniciando na demolição (contabilizando a necessidade de caçambas e sacos de entulho, por exemplo), passando por insumos, instalações, acabamentos, louças, metais, marmoraria, marcenaria, equipamentos, eletrodomésticos, enfim, TUDO MESMO. Inclusive com o chamado “cronograma de desembolso”, ou seja, uma espécie de calendário com o valor que o cliente irá gastar semanalmente.

Esse recurso foi desenvolvido para o cliente não ter surpresas desagradáveis no meio do caminho, e nem precisar se endividar para terminar a obra ou abrir mão de alguns desejos especiais para seu imóvel.

O EVF pode ser feito junto com o projeto de arquitetura e interiores, assim, antes de terminar o estudo executivo, o proprietário já terá noção do valor final da obra, podendo, se necessário, cortar custos com consciência, para então finalizar os últimos detalhamentos do projeto e dar início a obra.

Costumamos dizer que o EVF se paga, pois em um caso específico, a diferença entre os fornecedores foi de mais de 26% ou 40 mil reais, para fazer a mesma coisa e com a mesma qualidade. Mapear os fornecedores e identificar os melhores custos benefícios, nos possibilita economizar muito na obra, tendo a segurança e certeza do valor total do investimento necessário com a tranquilidade do projeto virar obra concluída.

Quer segurança e tranquilidade para realizar sua obra? Entre em contato conosco.

Leitura complementar: Reformar é Melhor que Construir?

 

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1 comentário em “Engenharia de Interiores”

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